Monthly Archives: Junho 2007

Daƒt Hands

Dando continuidade ao post sobre Daft Punk, segue uma versão com “legendas” para a música “Harder, Better, Faster, Stronger”. Genial! Esses vídeomakers inspirados viu!

Jr*

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Filed under Música, web

Decørøu? Luzes e bom humor no salão

Matmos e Vinyl

Decorar um apê não é tarefa fácil. Principalmente quando não se é especialista no assunto ou quando o budged é limitado mas ao mesmo tempo se é exigente com o resultado. Ou seja, um pouco como eu. Mas descobri duas novidades bem legais que acho devem agradar às pessoas com esse perfil. Trata-se do Space Projector, da Matmos, e do Vinyl Surfaces, da Domestic.

O Space Projector é um dos produtos campeões da britânica Matmos, marca por trás das famosas Lava Lamps, aquelas iluminárias em formato de foguete com uma espécie de óleo colorido no interior. A idéia dos fluídos flúor das iluminárias também está presente no Space Projector, que posicionado no cantinho da sala projeta imagens siderais-moleculares-neons no teto do cômodo. O efeito é realmente bem legal, e as opções de cores bem variadas. Quem é chegado em iluminação deve dar um pulo no site da empresa, referência em inovações na área.

Já o Vinyl Surfaces é uma espécie de papel-parede mas bem mais simples de ser instalado, já que funciona como adesivo. A marca referência aqui é a francesa Domestic, que escolhe a dedo os designers para as criações que coloca nas prateleiras. É o que há de mais contemporâneo e bem humorado na minha humilde opinião. O meu tema preferido é o Potato Queen, assinado por Geneviève Gauckler. São personagens que lembram batatas, com ar meio infantil, em situações engraçadas e non-sense. A disposição dos personagens é determinada pelo gosto do usuário.

Se fizer a conversão para o Real talvez o valor desses produtos ainda seja bem salgado para meu bolso. Mas como quem converte não se diverte está dada a sugestão. Agora tem que ver se já é possível encontrar os produtos no Brasil, se não pedir ajuda para o amigo que está de viagem marcada ou arrasar no correio.

Veja mais imagens na segunda parte do post.

Jr*

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Tektonik é a coreô que dita nova postura nas pistas eletrônicas

Há dois dias escrevi sobre o show do Daft Punk ao qual fui em Paris mas acho que esqueci de falar algo. Durante o intervalo entre a abertura feita pelo The klaxons e a apresentação da atração principal, uma terceira performance inesperada chamou atenção das milhares de pessoas que lotavam o ginásio do Paris Bercy. Era a dança de um jovem que embalado pela música “ambiente” conseguiu atrair os olhares da platéia.

Até pensei que o garoto de moleton listrado em cinza e preto fosse um dos integrantes do The Klaxons que tivesse resolvido dar as caras no meio da arquibancada. Mas conclui que não e voltei para casa com um ponto de interrogação na cabeça.

E eis que meio sem querer querendo vi alguns vídeos na internet que se não revelam a identidade do personagem mostram ao menos de onde vem essa dança maluca. Trata-se de uma nova tendência nas pistas de electro parisienses batizada de Tektonik.

Despretenciosa e não engajada, a dança mistura elementos do break com um tal chamado “voguing”, em referência as poses e carões incluídos nas coreografias. O estilo parece ter nascido em festas do clube francês Metrópolis, um complexo de pistas de danças situado nos arredores de Paris, e ter se espalhado por diversas pistas do mundo. Assim como no hip-hop, batalhas de danças de tektonik reúnem pessoas em círculo, com a diferença de que os dançarinos são majoritariamente pessoas de classe média.

Já tinha ouvido falar que essa história de passinhos estava mesmo voltando com tudo. Mas será que o tektonik é a nova tendência que vai reinar nas dancefloors globais? Enquanto não temos certeza confira na segunda parte do post mais vídeos do grupo SMDB (sigla para Suck My Dick Bitch), trio de jovens de cabelos estilosos que fazem sucesso nas pistas e na web e que (acredito) estejam por traz da identidade do dançarino misterioso do show do Daft Punk.

Jr*

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Forward: corrente por uma biblioteca virtual brasileira

copyright

Deveria ser mais um desses e-mails encaminhados que nem iria abrir não fosse a fonte da mensagem. E nesse caso a tal corrente virtual valia realmente a pena. Por isso resolvi fazer um “copy and paste” aqui no blog:

Imaginem um lugar onde se pode ler gratuitamente,as obras de Machado de Assis ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci. Onde você pudesse escutar músicas em MP3 de alta qualidade… pois esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br . Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta desgraça, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto
pela leitura.

Divulgue para o máximo de pessoas, por favor. www.dominiopublico.gov.br

Agora é só usufrir do serviço e passar a bola para frente divulgando o projeto.

Jr*

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Daft Punk e a abdução em Paris

Daft Punk e a abdução em Paris

É sempre ótimo visitar Paris principalmente quando está previsto algum show na programação. Desta vez fui conferir Daft Punk. Parecia tudo perfeito não fosse a dor de cabeça inicial. É que meu amigo e anfitrião parisiense Luc Hovan conseguiu perder nossos ingressos, que haviam sido comprados há três meses atrás.

Reviramos seu apartamento e nada de ingressos. Partimos ao ginásio Paris Berci de mãos vazias. Descolamos um cambista (esquema mega escondido) que nos vendeu dois novos ingressos por uma bagatela qualquer superfaturada em euros (uia!!!!). Afinal não dá pra abrir mão de um Daft Punk planejado com tanta antecedência, né?

Seguindo o clichê de que o que é mais difícil sempre é melhor já me animei de cara quando vi quem estava abrindo para o duo francês. Era o trio inglês The Klaxons, banda sensação na Europa (em tudo quanto é canto né?) que eu escuto bastante atualmente.

Já estava mega feliz com essa surpreza mas nada superou o prazer de ser abduzido pela atração principal da noite. Casa lotada, todos esperando a entrada de Daft Punk, que chegou bombando com Robot Rock. Já tinha ouvido muitos comentários sobre esse show (que rolou no Brasil há alguns meses), mas é realmente surpreendente toda a produção pirotécnica imaginada para traduzir em luzes o vigor e a força do som da dupla.

Do alto de sua pirâmide eletrônica eles tocaram músicas de diversos ábuns, misturando tudo e dando cara nova à clássicos como “Da Funk”, “Around The World”, “Human After All”, “Television Rules The Nation”, “Technologic” e “One More time”.

Clima de de festa, som no talo, explosão de luzes, geral pulando e o piso do estádio tremia. Se limitando a palminhas e pulinhos a dupla sequer trocava uma idéia com o público. Ninguém estranhou, afinal, extraterrestres supostamente não falam nossa língua.

Veja vídeo meio tosco com imagens do show na segunda parte do post.

Jr*

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Filed under Música

Le Book apresenta Lyon

Lyon

Capital gastronômica francesa (pensou que fosse Paris?), Lyon é conhecida mundialmente por seus restaurantes chiques e chefs celébres. No entanto, entre os brasileiros, a cidade tornou-se popular por ter acolhido diversos de nossos jogadores, como por exemplo Juninho Pernambucano e Sony Anderson, estrelas da equipe do Olympique Lyonnais.

Mas eu que nem tenho dinheiro para conhecer os famosos restaurantes nem sou muito chegado ao futebol tive que descobrir os outros pontos fortes dessa cidade. Nessa atualização do nosso álbum de fotos, vamos mostrar algumas imagens da segunda maior região metropolitana da França.

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Mika na capa e em cima do muro

Mika_Out_capa

Queridinho deste blog (e de outros milhares), o cantor Mika é o destaque da última edição da revista gay norte-americana OUT. Com chamada para polêmica em torno da sua sexualidade, ele estampa a capa da publicação.

Contudo, ao contrário do que alguns leitores possam imaginar, o artista não entrega o jogo e se mantém em cima do muro, sem confirmar nem contradizer as suspeitas.

“Eu acho que é por que eu nunca quiz realmente me fechar em uma caixa. Eles podem me colar uma etiqueta, mas eu não vou fazer isso por conta própria. Isso limita minha maneira de viver? Não. Eu faço sempre tudo que eu quero. E isso não tem nada a ver com estratégia de marketing”, afirma o cantor.

Boatos dizem que originalmente o convite para entrevista teria partido na mesma época em que o CD do cantor era lançado nos Estados Unidos. Na época o cantor recusou o convite se justificando com sua agenda lotada, mas a especulação era de que a gravadora e/ou cantor teriam medo que a exposição em uma publicação gay prejudicasse as vendas do álbum no país.

Quer saber? Está certo ele. Assumir sua sexualidade, hétero ou gay, poderia resultar em mais um adjetivo redutor à sua múscia. Se um dia ele tiver que sair do armário que aconteça naturalmente.

Jr*

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